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Os ex-moradores da favela do Gato - que foi demolida logo após a mudança das famílias para os apartamentos do Residencial Parque do Gato - foram orientados a levar seus animais para receberem os cuidados. Há cerca de um mês, a AILA também tratou contra sarna, receberam antiinflamatórios e antibióticos para garantir boas condições físicas no dia da operação. Os moradores agradeceram : "Meu cachorro é meu amigo, meu filho, faço tudo por ele. Castrado ele vai sofrer menos porque não o deixo sair de casa. Quero aprender a cuidar melhor dele e vou fazer tudo o que a doutora me pedir", dizia Maria Tereza de Jesus, 38 anos, que depois de morar por sete anos na favela com o cachorro Tesoura, reside hoje em um apartamente do Parque do Gato. Maria Aparecida de Souza, que mora no Parque do Gato com o marido, três filhos e os cachorros Linda e Dodô, ressaltou a importância da iniciativa. "É um trabalho importante, porque fica caro castrar os cachorros. Ganhamos um presente", disse ela, que morou durante 12 anos na favela. "Lá tinha muita sujeira e rato, era fácil pegar doença. É bom saber que estão recebendo cuidados. A Aliança Internacional do Animal também promoveu uma palestra para os moradores sobre zoonoses, higiene, respeito aos animais e crime do abandono. Em outubro, será realizada outra palestra durante o sábado para que os moradores que trabalham possam participar. A sede da ONG AILA fica na favela Paraisópolis.La, o trabalho educacional é importante, porque diminui inclusive a violência doméstica. Mostramos que não pode maltrar os animais e nem o nosso próximo", disse a presidente da ONG, Ila Franco. Pela parceria da Sehab com a ONG, será constante o acompanhamento dos animais do Residencial Parque do Gato, para tanto esta entidade necessita doações como cobertores, edredons, colchões, rações ou depossitar para continuar este e outros trabalhos. Para
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