Elisabeth Moraes
Meu gato se chama minho. Muito fofo, companheiro de todas as horas, amigo, lindo! Um dia ele ficou doente, e não conseguia mais urinar, já estava com 13 anos.levei a um hospital de emergência para verificar o que estava ocorrendo. Passaram sonda (uma tortura para o animal), medicaram e nada de curá-lo. Em resumo chegaram a conclusão de que ele teria de efetuar uma cirurgia na parte genital, sem garantia de sobrevivência. Foi nesta ocasião que uma pessoa me indicou a ong aliança internacional do animal, e pediram para que eu procurasse o dr. Roberto, que ele era um excelente veterinário. Levei até lá desenganada, sem acreditar mais em ninguém. Conheci o dr. Roberto e ele imediatamente medicou o meu gato que ficou em observação, e em resumo ficou curado. Fiquei muito feliz e confiante. Trataram meu animal com muito carinho e atenção.meu minho durou ainda mais 5 anos, morreu com 18 anos de idade, sempre aos cuidados da ong com o dr. Roberto. Até hoje levo meus cães lá por sentir segurança, apoio, amor e atitudes de muito carinho. Parabéns a todos voces!
Luciano e Natália
Essa é a nossa Frida. Nós a adotamos em abril de 2009 e tenho certeza que foi uma das melhores coisas que fizemos. Fui à Cobasi da Giovanni levar a nossa Pitt para tomar banho e enquanto esperava fui à loja comprar alguns produtos. Foi quando me deparei com dois cachorrinhos, lindos, fofos...Não resisti. Saí de lá com a fêmea. Os dois são irmãos. A Frida é linda, alegre, carinhosa, temperamental e torna a nossa vida em casa muito mais gostosa. A nossa Pitt nos deixou em janeiro deste ano e a Frida tem nos ajudado a superar a perda. Fiquei sabendo que o irmãozinho dela se chama Johny e sempre vai à AILA para consulta, vacina, assim como a Frida, mas, nunca tive a sorte de encontrar com ele. Quem sabe um dia dê certo. Parabens pelo trabalho de vocês. É muito bom saber que há muitas pessoas que se preocupam e tomam atitudes para diminuir o sofrimento desses nossos amiguinhos, tão indefesos e tão carentes. Um abraço a todos
Daniela
Olá, meu nome é Daniela e gostaria de compartilhar com vocês minha felicidade, ano passado no bazar do clube pinheiros adotei a Dafine, ela é minha terceira cachorra, tenho uma poodle de 17 anos, uma labradora de 9 anos e a dafine de 2 anos. Ela é a alegria de nossas vidas, parece a filha caçula de casa. Obrigada por proporcionarem essa alegria em minha vida.
Célia e Jorge Padalino
Quero muito agradecer a AILA pelo presente mais maravilhoso do mundo que nos deram. Adotamos a Nina há treis meses, e foi a mais maravilhosa transformação do mundo nas nossas vidas. Ela trouxe tanto carinho que não cabe nos quatro cantos da nossa casa. Não existem palavras para descrever a Nina, só sei que ela é tudo pra nós! Ela é a paixão das nossas vidas, principalmente da minha filha de dois anos, a Geovana, não se largam aprontam o dia todo... que delícia. Agradecemos muito a Aila e a Marta pela oportunidade que tivemos em conhecer a Nina e por terem cuidado dela até o momento em que veio para nossa casa.
Juliana de Moraes
A Filózinha já está com quatro anos. E foi lá em Cotia, na sede da Aila, que conhecemos o trabalho da ONG e adotamos a pequena charmosa então com três ou quatro meses, hoje uma “moça” linda. Me orgulho por poder dividir que a adoção pela Aila foi muito gratificante. Me impressionou o espaço e a dignidade com a qual os animais são tratados e acolhidos! Para quem quer ajudar, parece até bem pouco a adoção de um único animal, pois fica a sensação de que se poderia fazer mais. Mas, quem tem um cão ou gato sabe o quanto eles consomem da nossa energia e demandam atenção e carinho. São como eternas crianças, sempre precisam muito da gente. Por isso, adotar, que seja, um único peludo e cuidar dele com dedicação já merece toda a reverência. À Aila e sua direção, minha família só tem a agradecer. Obrigada por terem nos apresentado a Fi, que dos três “picaretas” que temos em casa, é a mais terrível e também quem mais traz a sensação de VIDA para nosso dia-a-dia! Ah! Aos leitores da seção Depoimentos, queria registrar que só escolhemos a Fi, uma então filhote, porque já tínhamos em casa outros dois cães adultos (um bem pequenino e outro enorme, de 44 kgs). Sabíamos que adotando uma filhote, não haveria problemas de adaptação. Mas, foi só por isso. Apóio e recomendo a adoção de animais adultos, pois são mais compreensíveis e fáceis para lidar, adaptando-se com mais facilidade à rotina das pessoas.