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Poema
à MADU -
Ila
Franco - Presidente da AILA
No
seu habitat natural
Era
feliz perpetuando o que a natureza criou
Jamais
pretendendo ser o que não é
Tão
perfeita em sua espécie
Vivia
feliz com uma união em família
De
causar inveja ao homem
E
juntos reflorestavam as florestas
Oh,
que infeliz virada no destino!
Tendo
sua magnitude seqüestrada para um circo
Junto
ao homem imoral
Onde
aconteceu sua destruição
Aí
permanecia tremendo pelo castigo
Sem
nada ter cometido
Sua
alma, espelhada por seus olhos
O
terror, desespero e esperança
Nada
entendendo
Não podia ter mente, ou sentimento,
Somente
escutar as vozes ferozes
Arrogantes
com suas armas de tortura
Em
comando da sua mutilação
mental,
espiritual e física
A
fazer forçadas e dolorosas acrobacias
Que
nada dizem do seu nascer
Através
de Você mostram
o
pseudo-machismo e a propaganda enganosa
Sua
escravidão e alienação em todos os dias de sua vida
No
seu estado de extremo terror
Para
o dinheiro sangrento por em seus bolsos
Você
ensinou mais uma vez
Que
nem todos os relacionamentos
São
para a vida inteira
Mas,
às vezes, apenas uma hora é o suficiente
para
tocar profundamente o coração
Para
o resto da vida
Para
Você é óbvio que a pior selvageria
Está
em nossa civilização
Apesar
da minha perseverança para a sua libertação
A
justiça foi lenta
Mais
uma vez eletrificada
Desta
vez ---------- libertada da sua miséria
É
muito difícil dizer Adeus
Depois
de tudo que passamos juntas
Você
me deu mais força
E
finalmente a justiça compreendeu
Seus
companheiros estão agora em liberdade
E
você ----------- sua misericórdia
Levando
com você uma grande parte de mim
Quando
a sua cruel morte interrompeu sua longa vida
Almejo,
que haja mãos gentis que te guiem agora
Seu
corpo pode estar enterrado
Mas
Você jamais morrerá em meu coração
Até
que nos encontrem os novamente, ..............ADEUS.......
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